quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Menina má e Ricardito
- Por uma vez na vida, diga que me ama, menina má. Mesmo que não seja verdade, diga que me ama. Quero saber como soa, pelo menos uma vez. (p.102)
- Ainda faz amor? - perguntou. - Ótimo, ainda bem. Ninguém tornou a me dizer estas coisas desde a última vez que nos vimos. Vai me dizer muitas, quando vier, Ricardito? Vamos, diga outra agora, como exemplo. (p.134)
Travessuras de menina má - Mario vargas Llosa
- Ainda faz amor? - perguntou. - Ótimo, ainda bem. Ninguém tornou a me dizer estas coisas desde a última vez que nos vimos. Vai me dizer muitas, quando vier, Ricardito? Vamos, diga outra agora, como exemplo. (p.134)
Travessuras de menina má - Mario vargas Llosa
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Mas eu denuncio. Denuncio nossa fraqueza, denuncio o horror alucinante de morrer - e respondo a toda essa infâmia com - exatamente isso que vai ficar agora escrito - e respondo a toda essa infâmia com a alegria. Puríssima e levíssima alegria. A minha única salvação é a alegria.
(Clarice Lispector)
(Clarice Lispector)
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Que venha 2009
Mudam-se datas, nomes, lugares e contexto mas no fim, a história (ou seria estória?) é sempre a mesma...
Naquele último dia do verão de 1950 - eu também acabava de fazer 15 anos -, começou para mim a vida real, aquela que discrimina os castelos no ar, miragens e fábulas da crua realidade. (p.19)
Era um rapaz magro e alto, com pele cor de ébano claro e um sorriso que exibia toda a sua magnífica dentadura. Assim como podia discutir temas políticos durante horas, com grande solvência intelectual, também era capaz de mergulhar em apaixonantes diálogos sobre literatura, arte ou esportes, especialmente o futebol e as façanhas do seu time. Em sua maneira de ser havia algo que contagiava todo o entusiasmo, o idealismo, o despreendimento e o mordaz senso de justiça que orientavam a sua vida, coisa que não creio ter visto - pelo menos de maneira tão genuína - em qualquer outro dos revolucionários que passavam por Paris nos anos 60. (p.37)
(Travessuras da menina má - Mario Vargas Llosa)
Naquele último dia do verão de 1950 - eu também acabava de fazer 15 anos -, começou para mim a vida real, aquela que discrimina os castelos no ar, miragens e fábulas da crua realidade. (p.19)
Era um rapaz magro e alto, com pele cor de ébano claro e um sorriso que exibia toda a sua magnífica dentadura. Assim como podia discutir temas políticos durante horas, com grande solvência intelectual, também era capaz de mergulhar em apaixonantes diálogos sobre literatura, arte ou esportes, especialmente o futebol e as façanhas do seu time. Em sua maneira de ser havia algo que contagiava todo o entusiasmo, o idealismo, o despreendimento e o mordaz senso de justiça que orientavam a sua vida, coisa que não creio ter visto - pelo menos de maneira tão genuína - em qualquer outro dos revolucionários que passavam por Paris nos anos 60. (p.37)
(Travessuras da menina má - Mario Vargas Llosa)
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
domingo, 21 de dezembro de 2008
Por que 2008 foi um bom ano?
Porque eu morri de saudades dos meus pais e descobri o quanto eles são importantes pra mim.
Porque eu passei a amar meu irmão mais do que eu já amava.
Porque eu fiz minha carteira de trabalho e ela foi assinada.
Porque eu descobri que sim, eu posso ser feliz sozinha. E muito.
Porque os amigos do meu irmão viraram também meus amigos.
Porque eu descobri que amigos são amigos, estejam aqui ou em qualquer outro lugar do mundo.
Porque eu consegui fazer uma poupança.
Porque eu (re)descobri o Rio de Janeiro.
Porque o Obama ganhou a eleição.
Porque eu comecei a estudar francês.
Porque eu comecei a fazer análise.
Porque eu agora jogo squash.
Porque eu faço pilates.
Porque eu to indo pra Europa...
Agora.
Bom ano novo para todos...
Fui!
Porque eu passei a amar meu irmão mais do que eu já amava.
Porque eu fiz minha carteira de trabalho e ela foi assinada.
Porque eu descobri que sim, eu posso ser feliz sozinha. E muito.
Porque os amigos do meu irmão viraram também meus amigos.
Porque eu descobri que amigos são amigos, estejam aqui ou em qualquer outro lugar do mundo.
Porque eu consegui fazer uma poupança.
Porque eu (re)descobri o Rio de Janeiro.
Porque o Obama ganhou a eleição.
Porque eu comecei a estudar francês.
Porque eu comecei a fazer análise.
Porque eu agora jogo squash.
Porque eu faço pilates.
Porque eu to indo pra Europa...
Agora.
Bom ano novo para todos...
Fui!




